Abril 2007


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Fotografia de Gregory Colbert

Um grupo de jovens manifestantes anti-fascistas foi agredido à bastonada no dia da liberdade. Os alegados distúrbios no Chiado serviram de desculpa para a polícia justificar esta acção repressiva, de violência gratuita e arbitrária.

A manifestação foi pacífica, em vez de armas empunhavam bandeiras, nenhuma loja foi roubada ou vandalizada, não há registo de uso ou mesmo existência de cocktails Molotov… a verdade está aí, documentada em vídeo e fotografias.

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introbalde.jpgJá falta pouco… é melhor não deixarmos para o último dia. Mas não é sempre assim? Até esta divulgação vem com 5 dias de atraso.

A oportunidade para assistir ao Festival Indie Lisboa acaba no dia 29 de Abril. Como a própria organização anuncia é “um local privilegiado para a descoberta de novos autores e tendências do cinema mundial e integra uma competição de longas e curtas metragens de novos realizadores”.

Programação detalhada aqui.

Em Portugal, o sucesso não é fruto do trabalho. Para nós, o êxito profissional, em qualquer área, surge como resultado de se ter ou não bons padrinhos e/ou madrinhas. O sucesso resulta de quem se conhece e não daquilo que se conhece.

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Helena Almeida em ”Ouve-me” (1979), apresenta-nos um painel fotográfico com imagens da sua boca cosida. Lábios mudos que, contudo, apelam a que ouvidos outros os ouçam.

Esta obra pode ser considerada como uma afirmação política ou como uma réplica à angústia da comunicação e aos intermináveis desentendimentos que constituem os nosso diálogos.

Ouves-me? Não me ouves? É preciso gritar? OUVE-ME!

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A Visão da semana passada traz uma reportagem dedicada aos novos lugares de culto. Lugares com novas dinâmicas artísticas, espaços independentes que recusam o mainstream e convidam o espectador a entrar e a apreciar uma nova arte, uma arte não convencional.

Destaque para a associação cultural O Bacalhoeiro que, como o próprio nome indica, fica na Rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa.

Verdadeiramente polivalente, O Bacalhoeiro é um espaço que acolhe as mais diversas formas de expressão artística, como o teatro, a performance, a dança, a música ou as artes plásticas.

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Loucos e bons! Homens como aqueles 300 espartanos deve haver poucos. Guerreiros sem medo, com corpos divinais, numa batalha de cenários virtuais. Uma mistura explosiva, capaz de cruzar o clássico grego com as novas tecnologias da sétima arte: um notável aparato visual e uma banda sonora potente. Efeitos e mais efeitos…

Depois de “Sin City”, Zack Snyder volta a surpreender-nos com “300″. Baseado na novela gráfica de Frank Miller, o filme conta a história do rei Leónidas e dos seus 300 espartanos que lutaram até à morte contra o domínio persa, pela liberdade e pela democracia. Ilustres desconhecidos protagonizam os heróis desta epopeia e Rodrigo Santoro, no papel do maléfico imperador Xerxes, está irreconhecível.

“300″ rompe com a barreira entre o cinema e a banda desenhada e cria algo de novo.

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