Abril 25, 2007
Abril 24, 2007
Já falta pouco… é melhor não deixarmos para o último dia. Mas não é sempre assim? Até esta divulgação vem com 5 dias de atraso.
A oportunidade para assistir ao Festival Indie Lisboa acaba no dia 29 de Abril. Como a própria organização anuncia é “um local privilegiado para a descoberta de novos autores e tendências do cinema mundial e integra uma competição de longas e curtas metragens de novos realizadores”.
Programação detalhada aqui.
Abril 20, 2007
Em Portugal, o sucesso não é fruto do trabalho. Para nós, o êxito profissional, em qualquer área, surge como resultado de se ter ou não bons padrinhos e/ou madrinhas. O sucesso resulta de quem se conhece e não daquilo que se conhece.
Abril 18, 2007

Helena Almeida em ”Ouve-me” (1979), apresenta-nos um painel fotográfico com imagens da sua boca cosida. Lábios mudos que, contudo, apelam a que ouvidos outros os ouçam.
Esta obra pode ser considerada como uma afirmação política ou como uma réplica à angústia da comunicação e aos intermináveis desentendimentos que constituem os nosso diálogos.
Ouves-me? Não me ouves? É preciso gritar? OUVE-ME!
Abril 16, 2007
A Visão da semana passada traz uma reportagem dedicada aos novos lugares de culto. Lugares com novas dinâmicas artísticas, espaços independentes que recusam o mainstream e convidam o espectador a entrar e a apreciar uma nova arte, uma arte não convencional.
Destaque para a associação cultural O Bacalhoeiro que, como o próprio nome indica, fica na Rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa.
Verdadeiramente polivalente, O Bacalhoeiro é um espaço que acolhe as mais diversas formas de expressão artística, como o teatro, a performance, a dança, a música ou as artes plásticas.
Abril 14, 2007

Loucos e bons! Homens como aqueles 300 espartanos deve haver poucos. Guerreiros sem medo, com corpos divinais, numa batalha de cenários virtuais. Uma mistura explosiva, capaz de cruzar o clássico grego com as novas tecnologias da sétima arte: um notável aparato visual e uma banda sonora potente. Efeitos e mais efeitos…
Depois de “Sin City”, Zack Snyder volta a surpreender-nos com “300″. Baseado na novela gráfica de Frank Miller, o filme conta a história do rei Leónidas e dos seus 300 espartanos que lutaram até à morte contra o domínio persa, pela liberdade e pela democracia. Ilustres desconhecidos protagonizam os heróis desta epopeia e Rodrigo Santoro, no papel do maléfico imperador Xerxes, está irreconhecível.
“300″ rompe com a barreira entre o cinema e a banda desenhada e cria algo de novo.
Abril 12, 2007
Porque é que o “amanhã é que é” se transforma ciclicamente num “depois de amanhã é que é”?
Abril 11, 2007
Nos bastidores de um espectáculo que encanta o seu público, está a vergonha de profissionais sem direitos, está a angústia de quem não tem um limite no horário de trabalho, de quem não sabe quando pode tirar férias, de quem não sabe se as férias são para durar indefinidamente, de quem não tem direito a subsídio de desemprego nem a reforma, de quem não pode tirar licença de maternidade ou de paternidade, de quem é refém dos recibos verdes, de quem trabalha à tarefa, de quem não tem ordenado fixo ao final do mês…
O Estatuto do artista estará brevemente em discussão no Parlamento. Os dois novos tipos de contrato de trabalho, de intermitente e de grupo, são algumas das novidades do documento. Ainda não percebi bem o que para aí vem… são muitas as especificidades do trabalho artístico que não se coadunam com as funções ditas de normais. Além do espectáculo em si, há que contar com toda uma produção que lhe antecede.
A ver vamos se é desta que aos artistas do espectáculo é consagrado o direito a serem tratados enquanto profissionais da arte e não como profissionais sazonais que trabalham ao sabor de vontades alheias.


