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Helena Almeida em “Ouve-me” (1979), apresenta-nos um painel fotográfico com imagens da sua boca cosida. Lábios mudos que, contudo, apelam a que ouvidos outros os ouçam.

Esta obra pode ser considerada como uma afirmação política ou como uma réplica à angústia da comunicação e aos intermináveis desentendimentos que constituem os nosso diálogos.

Ouves-me? Não me ouves? É preciso gritar? OUVE-ME!